
Guia prático
Como montar o catálogo do seu brechó no WhatsApp
O passo a passo para sair do envio de foto por foto e chegar a um link que a cliente abre sozinha. Inclui como fotografar peça no...
Para quem vende peça única
A cliente abre a vitrine, vê a medida de cada peça e reserva com Pix sem você mandar foto por foto. Quando a venda cai, a peça sai sozinha do link, da sacolinha e das artes do Status.
O dia a dia
Quem trabalha com garimpo não repõe estoque: cada peça é uma só, com uma medida só e uma foto só. O jeito improvisado de vender cobra caro exatamente aí.
Cada pessoa que chama recebe as mesmas trinta fotos enviadas uma a uma, com o preço repetido embaixo de cada imagem. No fim do dia o celular esquentou, a conversa travou e a arara nova continua sem ser publicada.
Três clientes dizem eu quero na mesma blusa e você só descobre o problema na hora de embalar. Sobra devolver o Pix, pedir desculpa e perder a cliente que já tinha contado para as amigas.
Serve em mim, quanto mede o busto, qual o comprimento: a mesma dúvida chega o dia inteiro por três canais diferentes. Sem a medida escrita na peça, cada resposta obriga a largar tudo, achar a fita métrica e medir de novo.
O catálogo do WhatsApp comprime a foto, não entende reserva e faz você apagar item por item quando vende. Enquanto isso, a arte da peça já vendida segue rodando no Status e nas transmissões atraindo gente para o que não existe mais.
Como funciona
O fluxo é o mesmo que você já faz no balcão, só que registrado uma vez e reaproveitado em todos os canais. Sem instalar nada e sem mudar seu jeito de atender.
Fotografe no cabide, escreva as medidas em centímetros, o tecido, o defeito quando houver e o preço. A peça ganha um código curto que serve para a etiqueta de papelão e para a conversa.
O mesmo endereço vai para a bio do Instagram, para a resposta rápida do WhatsApp e para a lista de transmissão. A cliente filtra por tamanho e por faixa de preço e monta a sacolinha sozinha.
Ao tocar em reservar, a peça sai da vitrine por 30 minutos com o Pix da sua chave na tela. Se ninguém pagar dentro do prazo, ela volta a aparecer sem você precisar lembrar.
Confirmado o pagamento, a peça vira vendida no link, na sacolinha de quem estava olhando e no lote de artes do Status. Você não apaga item por item nunca mais.
O que tem dentro
Nada aqui pressupõe grade de tamanho nem reposição. Cada recurso existe para resolver uma cena que acontece todo dia no seu balcão.
Ombro, busto, cintura, quadril e comprimento ficam gravados na própria peça, junto com tecido, marca e estado de conservação. A pergunta mais repetida do dia passa a ter resposta antes de ser feita.
A peça sai da vitrine assim que alguém reserva e volta sozinha se o pagamento não cair no prazo. O cronômetro aparece para a cliente, então a pressa deixa de ser sua.
Marcou como vendida em um lugar, sumiu de todos: link, sacolinha, filtro e artes geradas. Duas pessoas mexendo no estoque continuam vendo o mesmo status na mesma hora.
Escolha as peças e receba as artes prontas no formato vertical, com foto, preço e código, para postar de uma vez. Quem já foi vendida fica de fora do lote automaticamente.
A cliente encontra só o que veste nela, por tamanho, categoria e faixa de valor, sem rolar duzentas fotos. Você para de garimpar dentro do próprio estoque para responder uma pergunta.
O mesmo link funciona na bio do Instagram, na mensagem automática do WhatsApp Business e no QR do balcão em feira e bazar. Quem chega pelo Status cai direto na peça do código anunciado.
O que muda
O ganho não é abstrato: é hora de trabalho devolvida e venda que deixa de escapar por desorganização.
As horas gastas mandando foto e repetindo preço voltam para fotografar, precificar e publicar peça nova. Publicar mais rápido é o que faz a arara girar.
Com status por peça e reserva com prazo, a venda duplicada deixa de acontecer por descuido de conversa. A cliente que perdeu a peça vê isso na tela, não pelo seu áudio pedindo desculpa.
No balcão você dá baixa pelo código da etiqueta enquanto alguém compra a mesma peça pelo link. Os dois canais enxergam o mesmo estoque, mesmo em fim de semana cheio.
A vitrine mostra há quantos dias cada peça está parada e quantas foram reservadas sem pagamento. Isso vira decisão de remarcar, mandar para o bazar ou refotografar.
Antes de assinar
A Vitrinepronta está em acesso antecipado e ainda não tem cliente para virar depoimento. Então fica o que você mesmo consegue verificar antes de colocar seu estoque aqui.
Não existe campo de quantidade nem grade de tamanho: cada peça tem um código, uma foto principal, um conjunto de medidas e um único status entre disponível, reservada e vendida. Isso é característica do produto, dá para testar na conta de demonstração.
A cobrança da reserva usa a chave Pix da própria loja, no arranjo de pagamentos instantâneos criado e operado pelo Banco Central. A Vitrinepronta não é intermediária de pagamento e não cobra percentual sobre a venda.
Banco Central do Brasil, arranjo PixNome e telefone de quem reserva são tratados conforme a Lei 13.709/2018, com finalidade declarada e exclusão a pedido. A base fica disponível para exportação enquanto a conta existir.
Lei 13.709/2018Fotos, medidas, preços e histórico de vendas saem em arquivo a qualquer momento, sem pedir autorização e sem prazo de carência. Quem cadastrou trezentas peças não fica preso pelo trabalho que já fez.
Planos
Você paga pela vitrine, não por peça vendida. Todos os planos incluem link próprio, ficha de medidas e sacolinha com pedido pelo WhatsApp.
Para quem está organizando o estoque e quer parar de mandar foto por foto.
R$49 por mês
Para o brechó que vende todo dia e faz bazar com fila no provador.
R$97 por mês
Para bazar de várias marcas e coletivo de brechó que divide o mesmo espaço.
R$179 por mês
Valores do acesso antecipado, congelados enquanto a assinatura seguir ativa, com pagamento por Pix ou cartão e cancelamento pelo painel.
Dúvidas
Não. A cobrança da reserva usa a chave Pix que você já usa hoje, seja de pessoa física ou de MEI, e o dinheiro cai direto na sua conta. Se você já é MEI, o regime segue sendo o da Lei Complementar 123/2006 e nada muda na sua obrigação fiscal por causa da vitrine. Quem ainda não abriu MEI consegue usar do mesmo jeito.
Não passa e não tem. A Vitrinepronta mostra o Pix da sua chave para a cliente e registra a confirmação que você marca, mas não é instituição de pagamento e não fica com percentual da venda. Você paga a mensalidade do plano e mais nada, tenha vendido três peças no mês ou trezentas.
Quando alguém toca em reservar, a peça sai da vitrine e aparece como reservada para todo mundo, com o cronômetro visível. Se o pagamento for confirmado dentro do prazo, ela vira vendida e some de todos os canais. Se não for, ela volta sozinha para a vitrine e as pessoas que tinham colocado na sacolinha voltam a ver a peça disponível. O prazo pode ser ajustado no painel.
Funciona e é o uso mais comum. O link vai na bio do Instagram, na mensagem automática do WhatsApp Business e no Status, e o código da peça é o mesmo em todos eles. Muita lojista mantém o catálogo nativo do WhatsApp só com as peças de destaque e usa a vitrine como estoque completo, que é onde a medida e o status ficam certos.
Sim. Você abre a vitrine no celular, busca pelo código escrito na etiqueta de papelão e marca como vendida em dois toques. Naquele mesmo instante a peça sai do link, da sacolinha de quem estava olhando e do próximo lote de artes. É esse detalhe que evita a venda dupla em sábado de fila no provador.
Não. A exportação completa fica disponível no painel enquanto a conta existir, com fotos em pasta e a planilha de peças, medidas, preços e vendas. Os dados de quem reservou seguem a Lei 13.709/2018 e podem ser apagados a seu pedido. Nada fica retido para forçar a renovação.
Leitura entre uma venda e outra
Textos práticos sobre catálogo, medida, precificação e bazar para quem toca brechó e loja de rua.

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